segunda-feira, julho 26, 2004



Hoje seria dia de bolo, salgadinho e refrigerante com gosto estranho - Tubaína, Baré, Del Rey - se minha avó Celinha estivesse viva. Quando ela se foi, muito do que tínhamos desmoronou. Mas descobri que tive o privilégio de ter alguém tão maravilhoso ao meu lado por algum tempo. Uma pessoa que muito me ensinou e, principalmente, amou. Uma vovó nada convencional, que fazia o que dava na telha. Loucos somos nós que pensamos demais nas conseqüências. Continue iluminando meu caminho daí de cima, Vozinha! Todos nós, retalhos de uma colcha desfeita, precisamos muito enxergar o mundo como os gatinhos de óculos bordados nas suas almofadas.

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