quinta-feira, março 27, 2008

domingo, março 16, 2008

Comunicado

Caro leitor deste blog:

Retorno ao espaço tão logo acabe meu inferno astral ou retorne minha inspiração.

Atenciosamente,

Ludmila

sexta-feira, março 07, 2008

Quiroga de hoje

Áries

7 março 2008

Encare a tensão com ânimo renovado, pois esta resultará na liberação de muita energia, a qual vinha sendo represada por motivos mesquinhos. Com certeza, uma situação assim não poderia sustentar-se por tempo demais. Agora vem o alívio.


E ainda teve a carta 13 do Tarot, a Morte, no meu jogo para me mostrar que é tempo de jogar fora o que não serve mais para mim.

quinta-feira, março 06, 2008

Questão de berço?

Há algum tempo, quando eu ainda trabalhava na redação do JT, uma assessora de imprensa elogiou minha educação ao telefone e disse que no meu meio isso era algo difícil de se encontrar. Fiquei sem entender na hora, mas hoje percebo o sufoco que ela passa quando tem que ligar para algum repórter/editor seja para vender uma pauta ou atender a uma solicitação do mesmo.

Tenho o cuidado extremo de ligar em horários que não esbarrem com o fechamento (eu sei que atrapalha mesmo) e, por sorte, alguns grandes amigos que trabalham nos jornais, rádios e tvs que me recebem com cordialidade e senso de parceria. Entretanto - sinto, aliás, que é estatístico - existe parte de uma geração na faixa dos 40-50 que ainda deve enxergar o assessor como o inimigo ou alguém que traiu os "pilares sagrados" do jornalismo.

Por mais que digam por aí em congressos, seminários, no Observatório da Imprensa, na Revista Imprensa, no sindicato e na mesa de bar que essa "desconfiança" (para ser mais amena) tenha caído por terra, fico em dúvida diante do contato sistemático com (felizmente) poucos jornalistas que transparecem no tom de voz (e em alguns suspiros e bufadas) a sensação de que estão fazendo o grande favor da minha vida profissional ao me escutar por menos de dois minutos.

Eu não tenho a ingenuidade (e o sangue frio) de imaginar que talvez aquele cara tenha tido um péssimo dia. Nada, além da falta de educação, justifica a ausência de expressões como "por favor" e "obrigado" nas frases de quem se diz profissional em alguma área. O destino, entretanto, é irônico. No caso do jornalismo, já vi redações inteiras sendo desfeitas e presencio o constante sucateamento dessa estrutura nos últimos anos. É curioso - e até mesmo triste - ver tanto orgulho tendo que ser engolido a seco quando alguns papéis se invertem.