sábado, abril 29, 2006

Cabines da semana:Terapia do Amor e Pergunte ao Pó.





Assisti a peça com a Giovana, na primeira fila, ganhei o livro e elogios sobre a entrevista no jornal do autor, diretor e ator.



Saindo do plantão, passo em casa para encontrar outro entrevistado.

quinta-feira, abril 27, 2006

Gripada há uma semana. Mesmo assim, o Alê veio me visitar. Deu tempo, inclusive, da gente discutir. No mais, o mesmo batidão de sempre. Agora em novo horário. Papo de hipocondríaca: fui a uma dermatologista ótima, que me passou duas páginas de receita. Ainda não tive coragem de orçar nem o que é essencial. Tem Echo&The Bunnymen e plantão no final de semana. Skol Beats está chegando. Espero ter residência fixa até 05 de maio. No i-fode (termo criado pela Lola, que trabalha comigo no jornal, para designar quem tem MP3 Player),ouço La Vie En Rose. De preferência no trajeto Anhangabaú-Barra Funda.

quarta-feira, abril 19, 2006

Consegui ao menos ir ao teatro no final de semana. Vi Sonhos de Einstein e Um Homem é Um Homem com a Giovana. O frio parece ter chegado...Segunda fiquei "presa" no Rio de Janeiro por conta das chuvas e ontem a Kira deu a luz. Cinco gatinhos fofos vieram a esse mundo mais ou menos.



sexta-feira, abril 14, 2006

Minha companhia no plantão de feriado.



No Surprises

A heart that's full up like a landfill
A job that slowly kills you
Bruises that won't heal

You look so tired and unhappy
Bring down the government
They don't, they don't speak for us
I'll take a quiet life
A handshake of carbon monoxide

No alarms and no surprises
No alarms and no surprises
No alarms and no surprises
Silent, silent

This is my final fit, my final bellyache with

No alarms and no surprises
No alarms and no surprises
No alarms and no surprises please

Such a pretty house, such a pretty garden

No alarms and no surprises (let me out of here)
No alarms and no surprises (let me out of here)
No alarms and no surprises please (let me out of here)


Sim, eu estou triste por estar tão longe. À essa altura estaria vendo um DVD com minha mãe e minha irmã, depois de um ótimo almoço em família. Comi sozinha. O garçon entregou o pedido errado (uma porção inteira ao invés de meia) e eu paguei a mais (sorte que exerci meu cristianismo e dei uma marmitinha caprichada de peixe grelhado com batatas sautè para um mendigo). Agora entendo porque acham as "datas-família" opressivas...

quarta-feira, abril 12, 2006

Time is really money?

Eu não tenho tempo para nada. Mesmo quando levanto mais cedo, tenho a impressão de que as horas não são suficientes para fazer o que está faltando: procurar um apartamento para ontem, abrir minha conta-salário, voltar à conversação de inglês, entrar numa academia (estou enorme), ler (ou pelo menos terminar os livros que já comecei), marcar consulta em três médicos com urgência, pintar meu cabelo (está ridículo) e correr atrás de tantas outras coisas que eu não diria no blog. O chato é que mesmo me tornando uma pessoa econômica na marra (sim, eu já fui super consumista e ainda acho frustrante entrar na Fnac e não comprar todos os CDs, livros e DVDs que eu quero. Aliás, eu sempre saio de mãos vazias), a grana some. Parece que há um buraco negro que leva as notas com rapidez assustadora. Ao menos os astros disseram que isso há de passar e enquanto não vou ao cinema porque minhas horas vagas são para dormir e minha "carteira de estudante" venceu em março, fico com as cabines de imprensa. Vi segunda e ontem...





Da selvageria, só gostei mesmo da animação (mesmo com o roteiro meio bobinho). Não sou do tipo que aprecia filmes com cara de Supercine. Sempre fui uma pessoa Sessão da Tarde.

domingo, abril 09, 2006

Aos amigos, principalmente os que fizeram questão de comemorar comigo, meu muito obrigada...

"Há quem diga que todos as noites são de sonhos
Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão
No fundo, isso não tem importância.
O que interessa mesmo não é a noite em si, são os sonhos.
Sonhos que o homem sonha sempre, em todos os lugares,
em todas as época do ano, dormindo ou acordando" - Shakespeare

quarta-feira, abril 05, 2006

Minha família tem uns rituais próprios com aniversário. Não sei se são típicos dos Azevedo. Quando eu morava em BH, sempre acordávamos o aniversariante com beijos e café da manhã. Lógico que na mesma hora, além de estar mais velha, a pessoa tinha que escovar os dentes porque ninguém perdoa "bafo de leão" matinal lá em casa. Quando era viva, vovó Celinha cozinha aquilo que mais gostávamos. E se era o empadão 3 pingos (no meu caso), eu ainda levava uma travessa de bônus para comer sozinha, se quisesse e agüentasse. Sim, mesmo com todo carinho do mundo, gritamos: "não vai cuspir no bolo, não", antes que o aniversariante sopre - morrendo de vergonha - as velas. Outra tradição é telefonar no horário do nascimento. Ao meio-dia, sempre recebi ligações da mamãe. Mas esse ano achei que ela havia esquecido. Esperei e nada. Lá pelas seis horas da tarde, mamãe liga falando que nessa hora eu havia nascido (como sempre falou nos anos anteriores). Deixei ela terminar o momento "Recordações da Maternidade Otaviano Neves" para falar: "Não, mãe, a Uiara nasceu seis da tarde. Você trocou de filha". Gargalhadas dos dois lados da linha. Telefone, para quem está longe, tem outro significado. Legal receber scraps, torpedos via celular e tudo, porém eu quase chorei quando ouvi minha irmã, Marianinha, os meus queridos agendianos e tantos outros amigos direto de Belo Horizonte. Por aqui, muitos abraços e um bolo delicioso que a dona Felícia, mãe do Luiz, fez para mim e que vou comer assim que sair do jornal.

terça-feira, abril 04, 2006