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Metade

Os anos, às vezes, são como livros grossos de narrativas ora emocionantes, ora arrastadas. Olho para o marcador de páginas, sem muita vontade de ler os próximos capítulos. Ao contrário de publicações, não posso ir direto ao final ou mesmo abandonar pela metade. Posso deixar fluir, como venho tentando fazer. Há dias mais fáceis e, talvez, seja o caso de respirar. Mas olho ao redor. Estamos vivendo o desencanto (individualmente e coletivamente).  A seleção pode fazer quantos gols quiser. Podemos beber todas e afogar as nossas mágoas. Abraçar aqueles de quem nem gostamos.  Vai, Brasil. E o Brasil não vai.  O que vem é a realidade. 




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