quinta-feira, junho 29, 2006

Vídeo do Luiz com os gatinhos maravilhosos...



Dá vontade de morder e apertar o trio Agenor, Téti e Serafim!!!

Noites frias, ideais para seguir a máxima, "vou me entorpecer bebendo vinho. Eu sigo só no meu caminho".

quarta-feira, junho 28, 2006

Final feliz para o drama da multa. Ela foi suspensa. Sigo andando de meias pelo apartamento e com planos de me mudar novamente. Hoje assisti ao filme Bandidas e amanhã é a vez de Xeque-Mate. Um filme por dia praticamente. Isso é ótimo porque eu posso dar um enfoque mais opinativo no que escrevo.



No final de semana vou para BH, mas não devo conseguir me encontrar com os amigos, já que a idéia é despedir-me do meu cunhado que se vai para São Francisco. Não o rio que passa por Minas e Bahia, como alguém me perguntou.

Estou louca para levar meu gatinho, o Téti, para casa. Ele é a coisa mais linda da terra!

segunda-feira, junho 26, 2006

O desfecho do meu final de semana cinzento foi a chuva. Só poderia ser. Pelo menos dormi muito e bem. Na solidão, pensei bastante sobre minhas escolhas e sobre aquilo que eu espero que seja minha vida em pouco tempo. Assisti ao emocionante Pai, Filhos & Etc, que conta a história de um homem que inventa uma doença terminal para renir sua familía que vive às turras. Meus tios deveriam ver também.



Hoje fui à cabine de Até que o Casamento nos Separe...E quer saber? Filme de mulherzinha tem cumprir a proposta! Que nem filme de pancadaria não ter sangue. Você até pode entrar no clima, no entanto falta alguma coisa. Se eu quiser realidade, vejo um drama ou fico com a boa e velha rotina e não me venham mais vender gato por lebre!

sábado, junho 24, 2006

Acordei tomada por uma profunda melancolia, que não sai de mim. Arrumei a casa, corri para plantão e agora vou de Placebo para tentar tornar meu dia menos ordinário, enquanto meus colegas vibram pela Copa do Mundo, que eu ignoro.

sexta-feira, junho 23, 2006

Campanha para o resto de 2006: vai de retro zica!

Um basta ao desgaste emocional por conta de gente do mal, como a síndica e os vizinhos do meu prédio, para quem tive que escrever uma carta-resposta por conta de uma multa absurda pelo simples fato de ter recebido amigos no apartamento onde moro na última quarta. Por lá é proibido usar sapato depois das 22h porque o regime interno nazista e a mentalidade de alguns só servem para que outros não se sintam de fato em casa. Se alguém vir a placa de "aluga-se" ou "vende-se" na Rua Heitor Penteado, em São Paulo, fuja enquanto é tempo! A carta ofensiva dela, eu não tenho como publicar aqui. Como meu direito de resposta pode de nada valer, eu o exerço no espaço que é meu.

Cara Senhora:

Conforme orientação da minha advogada e o artigo 70 do Capítulo XI do Condomínio, venho por meio desta, defender-me das acusações escritas em correspondência, entregue no dia 22 de junho, quinta-feira, redigida pela senhora e pedir a anulação da multa aplicada.
Primeiramente, gostaria de esclarecer que eu recebia, no apartamento em que resido, na última quarta-feira, dia 21 de junho, um grupo de poucos amigos entre os quais há uma psicóloga, um empresário, um designer, três jornalistas, incluindo o editor do jornal em que trabalho e que, portanto, também são chefes de família, pessoas íntegras, de caráter idôneo que seriam incapazes de prejudicar o bem estar de meus vizinhos.Da maneira que a Sra. expressou-se por escrito, deu a impressão que não eu havia convidado pessoas diferentes das que estavam no local. Não era o caso de “cada um fazer o que quer”. Senti-me extremamente ofendida e vítima de preconceito com tal insinuação.
Informo que antes mesmo das 22h, desliguei o CD Player e pedi que meus convidados falassem mais baixo. Não fechamos a janela para “abafar” a conversa, porque na sala de estar do apartamento estavam fumantes e não fumantes. Por volta das 23h, o zelador do condomínio de fato tocou no meu apartamento. Reforcei o pedido entre os meus amigos para evitar problemas e por entender que o descanso dos outros deve ser respeitado, ainda mais porque a maioria dos reunidos ali, trabalha em escala de plantões no final de semana e segue horários rígidos em suas empresas. Menos de cinco minutos depois (e não quinze como no documento que a senhora me enviou), ele novamente interfonou. Como achei o tom desagradável e ameaçador (referindo-se a advertências e penalidades que eu desconhecia), interrompi a conversa para evitar falta de decoro da minha parte com um funcionário do condomínio. Certa de que errei, na manhã seguinte fui pedir-lhe minhas sinceras desculpas, tendo como testemunha o porteiro da manhã. Isso parte da educação que eu tive em casa e não por temer a qualquer ameaça de multa. Acredito que todos: do síndico ao faxineiro, passando pelos vizinhos devam ser respeitados.
Esclareço, ainda, que quando o Sr. Joaquim dirigiu-se ao apartamento em que resido, juntamente com o jornalista Rodrigo Guedes Mascarenhas, ausente na ocasião, atendi à porta assim que ouvi que ele estava batendo nela. A campainha não está funcionando. Fato que, imagino ser desconhecido pela senhora síndica, que insinuou que o toque teria sido ignorado.
Reitero que eu não estava promovendo nenhuma festa ou reunião com muitas pessoas, dança e música alta. Sou uma pessoa tão trabalhadora e familiar (embora não seja casada e com filhos) quanto as que moram no prédio e com as quais convivo, nunca tendo sequer qualquer tipo de problemas em residências anteriores. Posso, inclusive, passar referências de síndicos em São Paulo, onde moro há menos de um ano e em Belo Horizonte, onde morei por 29 anos.
Sinceramente, o barulho que vem da Rua Heitor Penteado é tão incômodo que jamais superaria uma conversa entre amigos. Se devo ou não recebê-los , como algo que foi apontado pela senhora como “ não sendo possível que cada um faça o que quer”, devo esclarecer que recuso-me a aceitar tal imposição e privar-me do convívio social.
Assustada com a reação, aviso que não pretendo realizar sequer a comemoração do meu aniversário ou data importante num ambiente marcado pela hostilidade, pois corretor de imóveis, antes mesmo da assinatura do contrato de locação, alertou-me sobre reclamações constantes da vizinhança aos moradores antigos. O que imagino, alimenta uma predisposição à intolerância. Logo, acredito que a avaliação da senhora intermediada pela conversa com o Sr. Joaquim (antes que eu me reportasse a ele, já que no momento de nossa conversa pela manhã, ele havia dido que comunicara os fatos à senhora, provavelmente como todo ser humano passível de erros e acertos, com os ânimos acirrados) e as reclamações dos condôminos foram injustas.
Se a polícia tivesse sido acionada, seria desconfortável, porém, ao menos eu teria um julgamento justo e isento de qualquer tipo de preconceito, do qual estou me sentindo vítima. Sendo assim, considero a multa aplicada abusiva, sem sentido e não concordo em pagá-la. Ainda mais diante da utilização de ameaças por escrito, considerando a possibilidade de dobrá-la. Considero isso um abuso de poder. Logo, peço, mais uma vez, a gentileza de anulação da multa. Caso contrário, como transformei-me numa ré condenada por um julgamento sem defesa, informo que recorrerei à Justiça de fato.

Atenciosamente,

Ludmila Azevedo


Enterrando o assunto mais desagradável dos últimos tempos, eu escolho o Funeral mais bacana que há, o disco do Arcade Fire. Ofereço o vídeo maravilhoso abaixo a todos amigos do coração, que eu terei o maior prazer de receber como visita. Sem penalidade ou repressão.


segunda-feira, junho 19, 2006

Meu segundo fim de semana prolongado em BH, a mudança e dois ótimos filmes

Desde o carnaval não ficava tanto tempo em casa. Voou. Como sempre. A quarta foi super caótica. Saí estressada, atrasada, torcendo para o trânsito cooperar, ninguém fedido sentar-se do meu lado e pensamentos do tipo. Na rápida parada para pegar a mala, a notícia de que meu roomate havia perdido o emprego. Justo agora que não tem nem um mês que estamos no apê! Mas ele está otimista quanto ao futuro. Tentei não prestar atenção nas voltas que o motorista deu até chegar à rodoviária, enquanto não parava de falar de Copa, Ronaldinho, Galvão Bueno. Quase deixei dois reais de troco pela demora. Saí correndo e constatei que as duas poltronas eram minhas. Uma maravilha. Adormeci e acordei quase no chão. O ônibus bateu numa carreta chegando em BH. Três horas depois do previsto, eu estava no Santo Antônio. Como o motivo principal da viagem fora transportar geladeira, fogão e microondas presenteados pela minha santa maezinha, o descanso não foi completo. Deu para almoçar com família, amigos, trocar presentes com meu amorzinho, que me deu o DVD comemorativo da Mary Poppins e um aparelho de DVD! Deu para ver Uma Vida Iluminada, filme que eu adorei e me identifiquei (adoro saber histórias da minha família) e, para variar, deu vontade de ficar mais.



Ontem mesmo ajeitei parte das minhas coisas até de madrugada porque a semana promete ser agitada. E hoje fui à cabine de Factotum - Sem Destino, que estréia em São Paulo e no Rio dia 30. É um soco no estômago. Muito bom!



Agora, é hora de tentar pegar o supermercado ainda aberto para justificar a geladeira.

Vou correr. De novo

terça-feira, junho 13, 2006

Hoje é quase feriado. Muita gente já sabe, mas faço questão de dizer: não dou a menor pelota para a Copa do Mundo. E já que é uma grande piada mesmo, eu fico com o Kibeloco.

segunda-feira, junho 12, 2006


É chover no molhado dizer que não há nada mais triste do que perder uma data especial: o aniversário de uma amiga, o dia das mães e agora o dia dos namorados. Têm sido assim comigo. Eu comemoro antes ou depois. Se eu pudesse escolher um presente para hoje, seria estar com meu amorzinho.

sexta-feira, junho 09, 2006



Engraçado ter a sensação de "não ir ao cinema", depois que comecei a freqüentar cabines. Ontem, eu precisava ver um filme no esquema tradicional: comprar ingresso, comer pipoca. E o melhor, depois de um dia de trabalho, eu e a Evelin decidimos em cima da hora ir a uma sessão. Nos divertimos muito com O Crime Ferpeito.

segunda-feira, junho 05, 2006

Semana passada fui ao famoso restaurante Fasano, que consta em nove entre dez guias como um dos melhores de São Paulo. Minhas expectativas não poderiam ser mais altas. Não tinha muitas idéias em mente. Quando peguei o cardápio, pensei: "um grande chef faz um ovo frito parecer um manjar dos deuses". O fato é que achei meu pedido ok, correto. Apenas. Eis que no Menu Degustação do Aurora, em Belo Horizonte, comi uma entrada que pode parecer esquista, porém sensacional: caldinho de feijão, tapioca com sobert de limão, camarão, laranja e farofa de maracujá com couve. Divino! Pena que o que têm maior visibilidade por estar no "eixo", às vezes, é considerado uma unanimidade.

sexta-feira, junho 02, 2006

JOSÉ SIMÃO
Buemba! Lula tem o quadrado trágico!
E sabe como se chama o diretor dos presídios? Pinto! Sai um japonês e entra um Pinto no lugar


BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República! Direto do País da Piada Pronta! Sabe como se chama o novo diretor dos presídios? Pinto! Pinto neles. Sai um japonês e entra um Pinto. E essa é a grande pergunta da população amedrontada: será que o Pinto vai endurecer? Imagine as manchetes: "Pinto no comando! Acabou a moleza", "Rebelião? O Pinto vai invadir", "Detentos perdem privilégios, e Pinto endurece". Isso é culpa do PCC: eu, nesta idade, fazendo trocadilho com pinto. Rarará!
E continua o babado da redondância do Ronalducho. O chargista Custódio disse que o quadrado da seleção é mesmo mágico. É o único quadrado do mundo formado por um triângulo e um redondo. Rarará! E sabe qual a diferença entre o Parreira e o Lula? É que o Parreira tem um quadrado mágico, e o Lula tem um quadrado trágico: Delúbio, Dirceu, Genoino e Palófi! E sabe qual a maior preocupação do Parreira após o corte do Edmílson? Arrumar urgente alguma coisa para o Adriano chutar! E diz que o brasileiro na Copa torce quatro vezes: torce para o Brasil, torce contra a Argentina, torce para não ser seqüestrado e torce para o gerente do banco estar de bom humor! E a grande notícia é que, em dia de jogo do Brasil, o banco fecha. Oba! Adoro banco fechado. Banco aberto só serve para duas coisas: pegar dinheiro emprestado e rolar dívida! E adorei a charge do Fulano. Depois das CPIs, vem a Copa e aí o telespectador, em vez de gritar "Deputado ladrão", passa a gritar "Juiz ladrão". Vamos variar de ladrão. E diz que o Alckmin Picolé de Chuchu, vulgo Garça de Lagoa, não quer ser chamado na campanha nem de Álckmin nem de Alckmín. Apenas Geraldo. Ótimo, assim ele vai aparecer na televisão gritando "MEU NOME É GERAAAAALDO". Rarará. É mole? É mole, mas sobe. Ou, como diz o outro: é mole, mas, se provocar, ressuscita! Antitucanês Reloaded, a Missão. Continuo com a minha heróica e mesopotâmica campanha "Morte ao Tucanês". Acabo de receber mais um exemplo irado de antitucanês. É que em Rio Preto tem o Bar do Marcola. Próximo do 17º Batalhão da PM. Ueba! Mais direto, impossível. Viva o antitucanês. Viva o Brasil! E atenção. Cartilha do Lula. Mais um verbete para o óbvio lulante. "Celular": companheiro que vai votar no Lula! Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje só amanhã. Que eu vou pingar o meu colírio alucinógeno! UFA!

quinta-feira, junho 01, 2006

Sandra Bullock e eu somos irmãs? Descobri nessa página aqui a nossa estranha semelhança.