segunda-feira, fevereiro 27, 2006

Carnaval em BH

Como minha folga caiu no carnaval, já dei um jeitinho de vir para casa. BH agora significa fazer programas incríveis - antes prosaicos - e comer bastante a comidinha da mamãe. É antes de tudo, ficar com minha família, com meu amor e com meus amigos queridos. Pena que o tempo voa...

Filmes até o momento



quarta-feira, fevereiro 22, 2006



O que era aquele o show do U2 no Morumbi? Como diria Marcelo Tas, "sorry, periferia", mas quem não foi ou não pretende ir à próxima tour sequer imagina. Um dos shows da minha vida, já está listado. E aí vai uma definição para sensacional. Bono dizendo com um sotaque fofo, em bom português: "ontem tocamos para todo Brasil, hoje é nossa festinha particular".

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

E ontem pareceu que eu estava na Savassi...Fui com parte da minha turma de BH na Vilaboim e rimos bastante. Sábado tranquilo, sem sair para a balada. Aliás, não tenho feito isso em São Paulo desde o dia em que cheguei. Eu e Luiz vimos o show dos Rolling Stones na TV que agradeceram até o Acre, pero non Minas Gerais. É porque eu não estava lá. Putz, me deu vontade de ver de novo, de estar no Rio. Ah, mas amanhã tem U2 e eu com "isqueirinho" em "With or Whithout You". Vou com minha prima Vanise, que me deu de presente o ingresso. Sim, a sorte tem sorrido para mim com freqüencia. Na sexta fui ao teatro ver a ótima peça O Zelador com o fofo Selton Mello.

quarta-feira, fevereiro 15, 2006

Sim, eu tô um piolho de sala de cinema, mas a farra do filminho à tarde termina amanhã. E quer saber? Eu tô adorando colocar a mão na massa e dar um rumo à minha vida por aqui... Amanhã ou depois entro em detalhes. Como previsto, Munique traz Spielberg em sua melhor forma: com domínio técnico e sem manequeísmos. Nem os israelenses, nem os palestinos estão certos ou errados...



E hoje passei o dia todo com a Giovana. Galeria Ouro Fino, almoço na casa dela. Conheci duas de suas amigas muito legais: Gabi e Carol. Há pouco vimos o ótimo Johnny & June. O Joaquin Phoenix além de arrebentar está, como diria minha avó, um pitelzinho. Quero a trilha!

segunda-feira, fevereiro 13, 2006

Eu acordei buscando frases. Faço isso eventualmente. Achei algumas, que por razões diferentes, me atraíram:

"O tempo que passas a rir é tempo que passas com os deuses" - Provérbio Chinês

"A instrução é um esforço admirável. Mas as coisas mais importantes da vida não se aprendem, encontram-se" - Oscar Wilde

"O homem começa a morrer na idade em que perde o entusiasmo" - Balzac


Ok, deixando o momento "Pop Card Johnny Walker" de lado, vi ontem dois filmaços: Soy Cuba, o Mamute Siberiano e Paradise Now. O primeiro meu deu vontade de conhecer Havana, fumar charuto e trabalhar com a equipe meticulosa que, nos anos 60, fez um filme que não agradou ninguém e foi tardiamente reconhecido. Uma aula de cinema e um ótimo exercício de metalinguagem. Já o segundo foi a primeira oportunidade que eu tive no cinema de ver o lado palestino do conflito. Nessa quastão não há certo ou errado e por isso o diretor arrasou ao fazer um filme sem aquela de vítimas e algozes. A paz será mesmo uma conquista silenciosa?



terça-feira, fevereiro 07, 2006

A melhor surpresa deste mês, que começou há pouco, foi a vinda do Alê para São Paulo. Ele chegou no sábado para ficar boa parte da semana, embora se dependesse de mim, ele não voltaria tão cedo...Tenho ido com regularidade desejada ao cinema. Esperava mais da Marcha dos Pingüins, gostei muito de O Assassinato de Richard Nixon, com o Sean Penn vivendo seu enésimo tipo perturbado e adorei Boa Noite, Boa Sorte. Dos que vi - e que disputam o Oscar na categora Melhor Filme - ele ganha disparado na minha opinião. Impactante, bem feito e com ótimas atuações. Hoje devemos ver Munique. E já falei aqui que não tenho a menor restrição quanto ao cinema de Spielberg. Pelo que dizem, não irei me decepcionar.





quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Hereditariedade

Talvez não vivamos como nossos pais, mas acho que somos os mesmos, de algum jeito. No código genético estão todas aquelas características que nos fazem parecer "a cara de um e o focinho do outro". Mas o interessante é justamente quando percebermos aquilo que está além dos cabelos ou dos olhos de cada lado da família. Ao terminar o "Quase Tudo", da Danuza Leão, percebi mais claramente essas nuances e, durante a convivência com um grande amigo, vejo na prática como ele se parece com seus progenitores. A mãe é extremamente doce, atenciosa e (essa ele vai adorar, porque veio de Minas), "toda prosa" . Há pouco, ela me contou que o pai adora ler, como ele. Ficou fácil identificar de onde vem tanta generosidade e porque o meu amigo é tão querido - e até disputado - por todos. Andando pelas ruas da Consolação ao lado desse meu irmaozão, crianças levadas, simpáticas velhinhas, aprendizes de atletas, roqueiros tatuados páram para conversar com ele sobre os mais diversos assuntos e, de fato, embora não fale pelos cotovelos, ele tem assunto para tudo. Ótima companhia para ver filme, TV, almoçar e, por pouco, não faz com que eu vire vegetariana (isso sem sequer levantar uma única bandeira sobre o assunto, é bom lembrar). Se um dia eu tiver um filho ou filha, o padrinho está garantido e não aceito não como resposta. Quero muito que ele ou ela tenha o prazer de conviver com esta pessoa tão inteligente, engraçada, bacana e do bem que é meu amigo.