quinta-feira, fevereiro 02, 2006

Hereditariedade

Talvez não vivamos como nossos pais, mas acho que somos os mesmos, de algum jeito. No código genético estão todas aquelas características que nos fazem parecer "a cara de um e o focinho do outro". Mas o interessante é justamente quando percebermos aquilo que está além dos cabelos ou dos olhos de cada lado da família. Ao terminar o "Quase Tudo", da Danuza Leão, percebi mais claramente essas nuances e, durante a convivência com um grande amigo, vejo na prática como ele se parece com seus progenitores. A mãe é extremamente doce, atenciosa e (essa ele vai adorar, porque veio de Minas), "toda prosa" . Há pouco, ela me contou que o pai adora ler, como ele. Ficou fácil identificar de onde vem tanta generosidade e porque o meu amigo é tão querido - e até disputado - por todos. Andando pelas ruas da Consolação ao lado desse meu irmaozão, crianças levadas, simpáticas velhinhas, aprendizes de atletas, roqueiros tatuados páram para conversar com ele sobre os mais diversos assuntos e, de fato, embora não fale pelos cotovelos, ele tem assunto para tudo. Ótima companhia para ver filme, TV, almoçar e, por pouco, não faz com que eu vire vegetariana (isso sem sequer levantar uma única bandeira sobre o assunto, é bom lembrar). Se um dia eu tiver um filho ou filha, o padrinho está garantido e não aceito não como resposta. Quero muito que ele ou ela tenha o prazer de conviver com esta pessoa tão inteligente, engraçada, bacana e do bem que é meu amigo.

2 comentários:

  1. Carol Godoi3:38 PM

    Oi Lud, senti falta de vc aqui no meu niver, deve ser por isso que não comemorei. Todos os outros vcs estavam comigo. Bom, agora fui pra galera! Beijos.

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  2. Mas ano que vem tem festa de arromba, ne, darling? beijos. Lud

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