terça-feira, agosto 31, 2004

Casa Cor


Ok, eu fui a noite, em clima de festa. E não vi nenhum projeto. Só mesmo taças de champanhe, sushis e a fauna local. Como a Manu me convidou, eu não iria recusar, até porque Sex and the City acabou e tinha um tempão que a gente não saía junta. Foi ótimo! Robinho estava tocando, vi pessoas conhecidas e fui abordada por um tiozinho sem noção e um playboy, que usa colarzinho de couro com símbolo do Atlético (mais sem noção ainda). Conclusão quando vou para a balada com minhas amigas, o Alê não tem motivos para se preocupar: ou atraio tipos bizarros ou seres que nunca fariam parte do meu target.

Bad Hair Day: Hoje estou me sentindo com o aspecto daquele personagem da Turma da Mônica, O Louco.

domingo, agosto 29, 2004

Fui ver com o Alê...



Uma excelente pedida para noite de domingo. Eu gosto dessa linha mais leve do Woody Allen e me diverti muito com Anything Else. Um dos diálogos mais verdadeiros diz mais ou menos assim: "na vida você sempre irá encontrar alguém para dizer o que você deve ou não fazer. Responda sempre com ´que idéia ótima'. Em seguinda faça o que você tiver vontade de fazer".
E ontem a idéia era ir ao Bar do Fit assistir ao show do Nando Reis. Antes vimos Colateral, com Tom Cruise. Achei muito bom. Aiás, gosto do cara como ator mesmo em papéis duvidosos. Depois da sessão vimos que a Casa do Conde e estava impossível. Decidimos, então, tomar chope no Redentor.



Por um lado foi até bom não ter caído na balada porque eu e Alê conseguimos acordar a tempo de ver o Brasil ganhar da Itália, no Volêi Masculino. Sinceramente, um dos momentos mais emocionantes da Olimpíada.



Almoçamos num lugar ótimo também, o Topo do Mundo, que fica na Serra da Moeda, com direito a ver as pessoas praticando vôo livre em dia ensolarado...

sexta-feira, agosto 27, 2004

Hoje estou como a música do Otto, Pelo engarrafamento: "Já estive num acidente, capotei". No sentido figurado, claro. Ando me sentindo super cansada, precisando urgentemente de viajar, dormir...

Mudando de assunto, é aniversário da minha irmã Uiara. Ontem já rolou uma comemoração antecipada no Aurora. Comemos bem e muito. Logo mais tem happy hour no Dalva.

Foto do ano passado: Eu, Mari e Tetê (aniversariante)


Ótimo texto que a Manu me mandou por e-mail

Vaidade - Herbert Viana

Cantor do LS Jack é internado em coma no Rio após lipoaspiração. É possível isso? É admissível isso? Um rapaz de 27 anos ter uma parada cardíaca e entrar em coma após uma cirurgia de lipoaspiração? Pelo amor de Deus, eu não quero usar nada nem ninguém, nem falar do que não sei, nem procurar culpados, nem ausar ou apontar pessoas, mas ninguém está percebendo que toda essa busca insana pela estética ideal é muito menos lipo-as e muito mais piração? Uma coisa é saúde outra é obsessão. O mundo pirou, enlouqueceu. Hoje, Deus é a auto imagem. Religião, é dieta. Fé, só na estética. Ritual é malhação. Amor é cafona, sinceridade é careta, pudor é ridículo, sentimento é bobagem. Gordura é pecado mortal. Ruga é contravenção. Roubar pode, envelhecer, não. Estria é caso de polícia. Celulite é falta de educação. Filho da puta bem sucedido é exemplo de sucesso. A máxima moderna é uma só: pagando bem, que mal tem? A sociedade consumidora, a que tem dinheiro, a que produz, não pensa em mais nada além da imagem, imagem, imagem. Imagem, estética, medidas, beleza. Nada mais importa. Não importam os sentimentos, não importa a cultura, a sabedoria, o
relacionamento, a amizade, a ajuda, nada mais importa. Não importa o outro, ou a volta, o coletivo. Jovens não tem mais fé, nem idealismo, nem posição política. Adultos perdem o senso em busca da juventude fabricada. Ok, eu também quero me sentir bem, quero caber nas roupas, quero ficar legal, quero caminhar correr, viver muito, ter uma aparência legal mas... uma sociedade de adolescentes anoréxicas e bulímicas, de jovens lipoaspirados, turbinados, aos vinte anos não é natural. Não é, não pode ser. Deus permita que ele volte do coma sem seqüelas. Que as pessoas discutam o assunto. Que alguém acorde. Que o mundo mude. Que eu me acalme. Que o amor sobreviva. " Cuide bem do seu amor, seja quem for"


quarta-feira, agosto 25, 2004

É assim que eu ando nos últimos dias...

Desculpa, eu não tenho tempo - Nina Lemos 02 Neurônio

Se você me mandou um e-mail, desculpa, mas eu não tive tempo para responder. Também não tive tempo para entrar no orkut. Se eu fiquei de te ligar e não liguei, não se chatei, eu não tive tempo. Sim, eu sei que eu disse que ia na festa, até disse para colocarem meu nome na lista, mas eu não tive tempo.

Não tive tempo para nada. E isso já faz umas duas semanas. Primeiro fechamos livro novo (aguardem!!!), depois entrei em uma busca insana por apartamento e... não tive tempo, me desculpem.

A vida é corrida sempre. Mas tem vezes que parece que vira uma corrida de longa distância sem pausa. Beijo de namorado na chegada? Vocês realmente me desculpem, mas eu não tenho tido tempo para pensar nisso.

Outro dia eu brinquei falando que se o Beck aparecesse na minha porta eu ia dizer: "desculpa, Beck, tô fechando um livro e mais mil coisas, tô procurando apartamento, não estou em um bom momento para me envolver".

Nem tempo para pensar em pretês eu tenho. Até tentei lembrar detalhes daquela última ótima noite de sexo para ver se me animava. Mas logo pensei em alguma das tarefas da minha lista e as lembranças boas sumiram.

Sim, porque eu criei uma lista de tarefas para mim mesma que hoje tinha 12 ítens. Consegui fazer 5. Isso porque almocei correndo e nem entrei no orkut (tá, entrei rapidinho, nem valeu).

O pior desses momentos corrida maluca é que o mantra do mal começa a pipocar na minha cabeça: "não vou conseguir, não vou conseguir, não vou conseguir". A única sorte é que nem tempo para cantar esse mantra eu tenho tido direito.

PS.E hoje eu furei um freela e fugi de um produtor do programa da Ana Maria Braga, para desespero da recepcionista da firma, que me deu o recado muito emocionada. Se você for o produtor da Ana Maria Braga, desculpa, não retornei porque não tive tempo.

domingo, agosto 22, 2004



It Had To Be You - Marty Robbins

It had to be you, it had to be you
I wandered around and finally found somebody who
Could make me be blue, could make me be true
And even be glad just to be sad
Thinkin' of you
Some others I've seen, might never be mean
Might never be cross or try to be boss
But they wouldn't do
Nobody else gave me a thrill
With all your faults I love you still
It had to be you, wonderful you
It had to be you
Some others I've seen, might never be mean
Might never be cross or try to be boss
But they wouldn't do
Nobody else gave me a thrill
With all your faults I love you still
It had to be you, wonderful you
Had to be you


Eu já devo ter visto When Harry met Sally umas 15 vezes no mínimo. Sei de cor todos os diálogos e sempre choro no momento em que ele diz para ela que "quando a gente encontra alguém com quem passar passar a vida inteira, têm começar agora". Ontem a insônia veio acompanhada de uma terrível indisposição e fui fechar os olhos as cinco da manhã. Não dormir para mim é reflexo de preocupação, estresse e calor que, infelizmente, está chegando.

No mais, o fim de semana segue sem maiores programas culturais. Sexta fui ao Haus Müchen com a Fernanda e o Tonico. Ontem almocei com Mamãe e Marianinha no Café, assisti ao jogo Brasil X Rússia e ao bacaninha Quero Ficar com Polly. À noite saí para jantar com o Alê. O máximo que farei hoje é ir ao cinema (proposta gratuita). Não que seja agosto, mas ainda bem que está acabando...



sexta-feira, agosto 20, 2004

Eu tive fora uns dias...

Fora do universo paralelo de blog, orkut e até e-mail. A Caixa Postal lotada e poucas respostas às mensagens que recebo. Tudo por causa do trabalho, da correria, da falta de inspiração que bate de vez em quando. Porque blog é que nem seriado. Algumas temporadas (como a nona do Friends) são chatas, sem novidades. É estranho ter "leitores" e dar satisfação quando não se escreve há dois dias!

Essa semana a mente parece um liqüidificador. Penso na falta de grana, no que farei nos próximos meses: tento mudar de profissão? De cidade? De país? "Caso ou compro bicicleta" não é problema, já que estou com o maior pique no spinning e acredito, até o momento, ter encontrado no Alê "um caminho, um motivo, um lugar para eu poder repousar meu amor".

Penso também em passagens banais do meu cotidiano. Outro dia fiquei imaginando como seria se comportar com uma criança de 5 anos, quando o coleguinha diz algum desaforo e a outra tapa os ouvidos e começa a cantarolar alto...Estou criando uns slogans imaginários, como "Banco Real, o banco da sua (dí)vida". Observo as feiras livres nas ruas e tenho vontade de comer biscoito casadinho. Estou no final de um livro - Nova York antes e depois de 11 de setembro, do Sérgio Dávila - e não sei o que ler agora. Vou ao Salão do Livro, que me dá mais prazer do que o de beleza, onde as pessoas só falam de novela. E eu não vejo nenhuma. Não dirijo e não entendo o porquê de alguns motoristas tirarem meleca do nariz no sinal. Queria voltar a comprar CDs e aprender línguas. Encontrei pessoas que eu não via desde a faculdade nessa semana, e não estou conseguindo uma brecha para sair com meus amigos, ir ao cinema e até ao FIT...

O dever me chama. Amanhã, quem sabe, tem mais.

terça-feira, agosto 17, 2004

Claro que eu quase chorei no "Adeus a Sex and the City"...

Money, Money - Martha Medeiros

Eu gosto de dinheiro, você também gosta, todo mundo gosta. Não é pecado nenhum. O dinheiro possibilita que a gente viva com dignidade e prazer, e tanto uma coisa quanto a outra é de primeira necessidade. Mas há um limite entre o que se deve e o que não se deve fazer por dinheiro. Trabalhar por dinheiro? Básico. Apostar na loteria? Se você tem sorte, tente. Uma herança? É justo. Mesada? Sendo pirralho demais pra trabalhar, ok, mesada. E vamos encerrando o primeiro parágrafo por aqui, porque agora vem a parte podre, chamada ganância.

Cerca de 450 pessoas morreram dentro de um supermercado paraguaio porque os seguranças trancaram as portas para ninguém sair sem pagar. "Vamos lá, todo mundo se coçando, nada de desculpa, que fogo, o quê". Ainda que eles não tenham dimensionado o tamanho da encrenca, ainda assim, por breves instantes, foi isso que passou pela cabeça deles: o patrão não pode ter prejuízo senão nosso emprego dança.

Dias depois desta tragédia, uma peruana viajava num ônibus quando este foi assaltado. Os ladrões entraram no veículo e começaram a recolher dinheiro e outros pertences dos passageiros. Ela, lá no fundo, no banco de trás, tinha 800 dólares na bolsa. Antes que eles chegassem perto, ela não teve dúvida: engoliu as notas todinhas, a seco, sem água, gelo e limão. Não avaliou os riscos. Se os ladrões a vissem fazendo isso, poderiam ter se irritado e atirado nela - a gente sabe que um marginal armado não é exatamente um exemplo de candura. Mas não foi o que aconteceu, felizmente. O desfecho foi que a cidadã foi parar no hospital para uma lavagem estomacal. Da grana, nunca mais se teve notícia.

Mulheres sonham engravidar de sujeitos que elas conhecem de ouvir falar - um tal de Romário, um tal de Ronaldinho, um tal de Diego. Homens, da mesma forma, procuram aproximar-se de quem possa lhes abrir portas - de preferência, do cofre. Pessoas ostentam. Pessoas vivem em desacordo com sua realidade. Pessoas fazem trambiques. Pessoas mantêm relações de interesse. Pessoas se humilham, se vendem, se prostituem das mais mais diversas formas. Por quê? Porque nada mais faz sentido nesta vida senão o dinheiro. E quanto mais se vive em função dele, mais miseráveis ficamos.

segunda-feira, agosto 16, 2004

sexta-feira, agosto 13, 2004

Ao contrário de Zeca Camargo, o público não decide se eu vou para o Sul da Itália ou para a Indonésia...Hoje é a vez de Barbacena entrar em meu vasto roteiro pelas Minas Gerais. Como domingo está quase chegando, eu pergunto: para onde devemos mandar o Zeca?

A) Para o Iraque.
B) Para aquele lugar que não bate sol.
C) Para a Rede Mínima, com um salário de R$1.200,00 e viagens que não ultrapassem o vale do Jequi. Sem diária e, ao final de um ano, sem férias ou 13º.

quinta-feira, agosto 12, 2004

O dia seguinte



Da série só poesia para salvar a ressaca (e a mamãe paparicando também)

"Estou vivendo de hora em hora, com muito temor.
Um dia me safarei, aos poucos me safarei,
começarei um safari." - Ana Cristina César

terça-feira, agosto 10, 2004

E antes que me perguntem, sou contra a criação do Conselho Federal de Jornalismo. Claro que o Sindicato "Zero Atuante" dos Jornalistas de Minas Gerais é a favor pela ligação do Presidente da Entidade com a Fenaj. O texto do Dines, no Observatório da Imprensa, mais uma vez, é esclarecedor.

CONSELHO FEDERAL DE JORNALISMO
Contra o denuncismo, o peleguismo


Alberto Dines

Acossado por uma saraivada de acusações disparadas por uma parte da imprensa contra membros da sua equipe econômica, o governo fez a opção mais desastrada: enviou ao Congresso um antiquado e controverso projeto para a criação do Conselho Federal de Jornalismo.

Na justificativa, o ministro do Trabalho, Ricardo Berzoini declara candidamente que a nova entidade deverá "orientar, disciplinar e fiscalizar" o exercício da profissão e a atividade jornalística. Diz ainda que "atualmente não há nenhuma instituição com competência legal para normalizar, fiscalizar e punir as condutas inadequadas dos jornalistas".

A iniciativa é a mais inábil e atarantada já produzida na esfera da imprensa por algum governo desde a redemocratização em 1985. Tanto no espírito como na forma é rigorosamente autoritária e corporativa. A oportunidade, a justificativa e o conteúdo não poderiam ser mais funestos e inconvenientes. Parece homenagem ao onipotente Estado Novo com toques de Mussolini, George W. Bush e Hugo Chávez.

Confunde alhos com bugalhos, desconfia que há um problema na mídia brasileira, não consegue identificá-lo e, obviamente, parte na direção oposta da solução correta.

O problema do nosso jornalismo não está nos jornalistas, está na concentração dos veículos de comunicação, na propriedade cruzada e está, sobretudo, em algumas empresas jornalísticas que desprezam suas responsabilidades e ignoram as contrapartidas sociais pelos privilégios oferecidos na Constituição do país.

O atual surto denuncista leva a assinatura de profissionais, todos respeitáveis, mas é insuflado por algumas empresas de comunicação tomadas de assalto por predadores comprometidos em servir aos interesses contrariados e abiscoitar migalhas de poder. Os vazamentos de processos sigilosos revela ilícitos mas revela, sobretudo, a espessa ferrugem que entope nosso modelo de transparência.

O denuncismo que tira o sono do governo federal poucos anos atrás era saudado e estimulado pela oposição ao governo anterior, que o considerava fruto legítimo do "jornalismo investigativo". Os profissionais que se especializaram em transcrever grampos de origem suspeita jamais foram forçados a fazê-lo – entregaram-se à tentação de serem glorificados por empresas que confundem independência jornalística com dependência a fontes escusas de recursos.

O ministro Ricardo Berzoini – ou aqueles que o induziram a assinar aquele besteirol – está sendo no mínimo ingênuo ao imaginar que o exercício da engenharia, da química ou da arquitetura assemelha-se ao exercício da atividade jornalística. Embarcou na canoa furada do simplismo, acha que um Conselho Nacional de Engenharia é igual a um Conselho Federal de Jornalismo. Inspirado talvez por Lourival Fontes resolveu ressuscitar os fantasmas do peleguismo e apadrinhar o velho projeto corporativista.

Espasmos e malabarismos

Jornalistas não precisam ser protegidos pelo Executivo, ao contrário, precisam libertar-se das amarras do poder político. O exercício do jornalismo deve ser livre de constrangimentos e filiações suspeitas. Jornalistas precisam de proteção, sim, mas da proteção do Judiciário. Esta é a equação politicamente correta e moralmente defensável. E se há magistrados que subordinam seus interesses pessoais à cláusula pétrea da supremacia do direito de expressão sobre os demais direitos, estes magistrados precisam ser publicamente denunciados.

A formulação original sobre o equilíbrio entre os poderes foi concebida por Montesquieu e, mais tarde, quando adotada pelos patriarcas da república americana, a imprensa converteu-se no Quarto Poder, contrapoder efetivo e autônomo. Com os jornalistas patrocinados por uma entidade criada pelo governo federal, e cujas contas serão fiscalizadas pelo Tribunal de Contas da União, que tipo de jornalismo será oferecido à sociedade ?

Se o governo preocupa-se com a lei da selva que impera nos rincões obscuros da nossa mídia deveria imediatamente acionar o debate para a instituição de uma agência reguladora nos moldes da americana FCC (Federal Communications Comission), criada por Franklin Delano Roosevelt, ou sua equivalente inglesa, a IBA (Independent Broadcasting Authority). Esta é a conduta correta, democrática, liberal e libertária, efetivamente progressista.

Por coincidência, na mesma hora em que o governo mandava publicar no Diário Oficial a esdrúxula medida discricionária, o candidato John Kerry prometia num comício em Washington resistir à concentração da mídia americana justamente através da FCC.

Ao invés de buscar as simpatias de uma parcela dos jornalistas, sobretudo os hospedados nas assessorias de comunicação dos órgãos públicos, o governo deveria buscar as simpatias dos leitores. São eles os principais interessados numa imprensa sadia, livre dos malabarismos do marketing e dos espasmos sensacionalistas.




Eu e Alê começamos a semana assistindo a Garfield. O Roteiro não é um primor e o filme tem muitas falhas como o gato se arriscar para salvar o Odie. Todo mundo sabe que ele não faria isso. Mesmo assim, dei muitas risadas, obviamente porque adoro gatos e a Chica se parece com ele em muitos momentos.

No mais, fim de semana por conta do Eletronika - minhas impressões sobre o evento no site da Zero - e de se passar o domingo em família. Como foi dia dos pais, preparei um almoço especial para mamãe.

sexta-feira, agosto 06, 2004

"Abençoados os que esquecem, porque aproveitam até mesmo seus equívocos"( Friedrich Nietzsche)"

Na quarta eu e o Alê vimos o ótimo Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembrança. Uma história sem clichês comuns de comédia romântica, com roteiro do fodaço Charlie Kaufman. Jim Carrey, mais uma vez arrasa (engraçado que eu o odiava nos primeiros filmes que ele fez) como protagonista e Kate Winslet está excelente. No fim, perguntei para o meu bonitinho: "Nós somos parecidos com eles?". Ele respondeu: "Um pouco". Era o que eu suspeitava.



Ontem tomei chá de cadeira por conta de Jayme Monjardim, diretor do Olga. Além de não se desculpar pela uma hora de atraso, ele é o típico entrevistado arrogante que responde o óbvio e fica na defensiva o tempo todo. Azar o dele, pois destaquei a roteirista e produtora - Rita Buzzar - que ficou sete anos por conta do projeto. E vivam as matérias editadas! After all, eu e Alê fomos tomar uma no Redentor, que tem uns 10 chopes diferentes.

Hoje tem Eletronika e eu vou cobrir por mais um ano.

segunda-feira, agosto 02, 2004

Hoje fiz minha avaliação física na Body Shape. A novidade é que minha querida mamãe vai malhar também. Isso quer dizer, acordar cedo, fumar menos e ter uma vida mais saudável. Fiz uma aula fantástica e ultra pesada de Yoga...Achei o máximo!

domingo, agosto 01, 2004

Sexta-feira



Rolou na casa do power-trio Azevedo, sob o comando de Mari Peixoto, uma festa cubana, com charutos (sim, eu fumei), mojito, daikiri, cerveja, rum de primeira (bebi, bebi, bebi e bebi) e muitos belisquetes (como não forrar o estômago?). Ouvimos só música em espanhol, fizemos coreografias e acordamos do avesso no dia seguinte.

Sábado



Depois de uma tarde no Shopping olhando liqüidações que não servem para nada, exceto adquirir o CD do Morrissey (quase 15 reais mais barato), eu, Alê e Uiara almoçamos no Café. Claro que arrastei meu bonitinho para ver Zélia Duncan, da qual não perco um show. Eu já sabia que a base era de chorinho e sambinha, mas senti falta das músicas dela.

Domingo



Eu e o Alê fomos ao mexicano e vimos o filmaço do Michael Moore, Farenheit 9/11. Eu adorei. Seria ótimo se existisse um cara como ele para pegar no pé de determinados políticos brasileiros. Claro que são peixes pequenos perto do escroto do Bush, mas não são só os genocidas que precisam pagar caro, certo?