quinta-feira, dezembro 28, 2006

Para o Antônio, uma das minhas favoritas dos Beatles

Strawberry Fields Forever

Let me take you down
´Cause I´m going to
Strawberry Fields
Nothing is real
And nothing to get hung about
Strawberry Fields forever

Living is easy with eyes closed
Misunderstanding all you see
It´s getting hard to be someone
But it all works out
It doesn't matter much to me

Let me take you down
´Cause I´m going to
Strawberry Fields
Nothing is real
And nothing to get hung about
Strawberry Fields forever

No one I think is in my tree
I mean it must be high or low
That I you can't you know tune in
But it's all right
That is I think it's not too bad

Let me take you down
´Cause I´m going to
Strawberry Fields
Nothing is real
And nothing to get hung about
Strawberry Fields forever

Always, no, sometimes, think it's me
But you know I know when it's a dream
I think, er, no I mean, er, yes
But it's all so wrong
That is I think I disagree

Let me take you down
´Cause I´m going to
Strawberry Fields
Nothing is real
And nothing to get hung about
Strawberry Fields forever
Strawberry Fields forever
Strawberry Fields forever


Quando eu nasci, cabia numa caixa de sapatos. Pelo menos era o que a mamãe dizia. O fato não pode ser contestado, já que minha estatura rende associações desde a pejorativa tampinha até simpática mignon. Uma das pessoas mais altas com as quais convivi desde criança foi o Antônio Carlos. Pediatra (atendeu milhares de crianças sem cobrar consulta porque além da ética médica tinha um coração enorme), amigo dos meus pais desde os tempos em que nem eram casados, ele também era pai das minhas duas amigas mais queridas da infância e adolescência: Cláudia e Clarice.

Antônio geralmente me carregava para dar um beijo no rosto quando eu, com a euforia de filha única (até os 5 anos de idade), chegava com a mochila nas costas para passar o final de semana com as meninas. Houve uma fase que eu despertava no meio da madrugada querendo meus pais. Como se argumento algum me convencesse de que era tarde e que em instante eu os veria, ele me levava de volta para casa.

Ele era aquele homem grande, sempre vestido de branco que examinava minhas amígdalas atormentadas por dores freqüentes. Desde que eu tive uma convulsão, com menos de dois anos de vida, minha mãe só confiava no parecer do Antônio. Eu também. Como fui uma criança quase terrível, um pouco pirracenta e que odiava xarope (odeio até hoje), só havia uma pessoa capaz de me convencer em momentos mais agudos. Lembro-me de uma vez que entrei na minha casinha da Mônica ardendo em febre. Não havia quem me tirasse de lá. Antônio - não sei como - entrou naquele minúsculo esconderijo. Pacientemente, me convenceu a tomar o remédio.

Como um dos poucos espectadores das peças teatrais que eu, Cláudia e Clarice montávamos na casa dele ou na minha (com o figurino de nossas mães), ele assistia a encenação até o final e pagava o ingresso que nós cobrávamos. Antônio e mamãe nos aplaudiam enquanto os outros adultos falavam sobre política na cozinha. Era ele quem desligava a luz do quarto, depois que as três caíam exaustas de tanto brincar na cama. Claudinha tinha mania de pedir um copo d'água assim que via a sombra do pai na porta. Antônio trazia água e beijava cada uma de nós na testa.

Ele foi mais Beatles que Rolling Stones. Mais livros do que panfleto. Mais jogo de xadrez do que de palavras. Mesmo não sendo o engraçadinho da turma de meus pais, tinha um humor irônico que eu adorava. Quando sentava à mesa perguntava o menu para Mariúche. Quando ela dizia "salada" e punha a travessa no descanso, ele respondia: "tomate não é salada". Eu e as meninas sempre ríamos. Até hoje quando faltava variedade no cardápio, eu repito as palavras dele.

Certa vez, uma amiga da mamãe ganhou uma gincana graças ao Antônio. Ele dominava o léxico como poucos. Era uma espécie de Guimarães Rosa entre os amigos. Eu, curiosa, pescava suas expressões e reproduzia. Dia desses usei o termo lupensinato numa conversa com colegas da redação e me lembrei dele na hora. Alguns dicionários não trazem o seu significado inclusive.

Recordações que envolvem o Antônio são sempre felizes. Ele foi como um pai. Sem a bronca, claro. Aliás, ele tinha uma boa tática para repreender as travessuras das filhas: no lugar de comparar uma com a outra ("Você precisa ficar comportada como sua irmã"), ele comparava comigo. Evidentemente, se fosse o caso.

A última vez que eu vi Antônio foi na Rua Carangola. Eu estava a caminho da academia. Escrevi um post na ocasião. Ele me abraçou ternamente e disse que sempre ligava a televisão para me ver, que sentia muito orgulho de mim. Fiquei super engasgada, muito feliz porque aquele homem que continuava muito alto aos meus olhos era exigente e bem crítico. Não por acaso, Antônio era do signo de Áries. Como eu.

Há um mês mamãe me avisou que ele estava mal. Fora diagnosticado com um câncer e estava em fase terminal. Mais de uma vez ela pediu que fôssemos visitá-lo. Adiamos nas minhas poucas idas a BH. Talvez porque seria ver o Antônio que conhecíamos deitado numa cama, fraquinho. Não poderia ser o mesmo que me carregava no colo!

Eu já escrevi mais de uma vez nesse espaço que tenho dificuldade de aceitar a morte. Sou apegada demais às pessoas, sobretudo àquelas que considero fundamentais como pouquíssimos familiares e amigos como o Antônio (mais relevantes na minha história de vida do que a maioria dos meus parentes).

Hoje quando soube da notícia, só consegui pensar em "Strawberry Fields Forever" como forma de homenageá-lo à distância. Para um lugar assim que o Antônio deve ir. Claro que uma hora ele vai questionar se não é possível que haja uma manga ou mamão, mas isso é outra história.

sábado, dezembro 23, 2006

Cinco dias

Metade do período que o Banco Real dá no cheque especial e dois dias a menos que a Samara teria para fazer uma vítima. É o que corresponde ao meu descanso em Belo Horizonte. Tenho certeza de que ao final do meu plantão de Reveillon, terei desistido por completo da vida em redação. Após as férias, em abril, vou tomar outro rumo na carreira. Como uma pessoa que sabe o que é chutar o balde, isso não me assusta. Cheguei quinta à noite com o Tétinho desidratado e tenso com a viagem. Ele agora toma floral e tenta conquistar a amizade da Chica, a gata mais anti-social da Terra. Fui à festa do Osso com o Alê. Ontem, almocei com a turma do Agenda e terminei a noite no Ora Bolhas com Marianinha e Manu. Hoje é dia de princesa. No momento, estou com a cabeça coberta pela tintura "castanho chic". Daqui a pouco tenho hora no Jefferson, que dará um jeito na cabeleira e à tarde unha e depilação. Talvez eu vá na festa da Grafitte, porém confesso que queria dar um pulo na Obra, onde não pisei durante todo o ano de 2006. Estou com ódio da Livraria Cultura que não entregou um livro - pago em dinheiro - no prazo e ficarei de mãos abanando amanhã. Também estou puta com o Consulado dos Estados Unidos que negou o visto da minha irmã. De modo que meu espírito cristão foi abalado. Um pivete de uns 14 anos encheu meu saco na rua quando fui à farmácia. Ele tanto atormenou que eu o assustei com um "porra, moleque! Me deixa em paz!". Falei tão alto que um carinha veio perguntar se eu estava tendo algum problema e se ele podia me ajudar. "Não preciso de ajuda de ninguém". E saí apressada. Não, não tomei meu remedinho de manhã, caso ainda haja dúvida. Eu ia escrever um post diferente, porém, minha mãe está tendo um revival da minha infância e me mandou arrumar o quarto.

terça-feira, dezembro 19, 2006

Notícia Triste

Joseph Barbera, criador de alguns dos desenhos animados mais populares do mundo, como "Tom e Jerry", "Os Flintstones" e "Os Jetsons", morreu na segunda-feira aos 95 anos, informaram amigos e familiares.
Barbera, que junto a William Hanna formou a companhia Hanna-Barbera, cujo nome foi sinônimo de desenho animado durante o Século XX, morreu em sua casa, em Los Angeles, disse seu agente.

"Joe Barbera realmente foi um animador e uma lenda da televisão", disse Barry Meyer, presidente e chefe executivo da Warner Bros, sobre o criador de "Johnny Quest", "Scooby Doo", "Zé Colméia", "Os Smurfs" e "Pica-Pau".

"Da idade da pedra à era espacial, os desenhos que ele criou com o finado sócio William Hanna não eram apenas superestrelas, mas também faziam parte da cultura americana".

"Apesar da ausência entre parentes e amigos, Joe viverá para sempre nos seus personagens", disse Meyer.

A morte de Barbera ocorre cinco anos após o falecimento de Hanna, em 2001, quando tinha 90 anos.

Os dois começaram sua parceria em 1937, na Metro-Goldwyn-Mayer, onde criaram a dupla Tom e Jerry.

Em 1957, fundaram a companhia Hanna-Barbera, sob o impulso do advento da televisão.

Entre os títulos mais famosos produzidos pela companhia figuram: "Os Flintstones", "Zé Colméia" e "Dom Pixote", criados no início de 1960. Em seguida vieram outros sucessos como "Johnny Quest" e "Scooby Doo".

"Scooby Doo", transmitido por 17 anos consecutivos, é o desenho animado de maior exibição contínua na TV.

A direção de Hanna e os desenhos de Barbera os fizeram ganhar sete Oscar por curtas-metragens que incluíam esses personagens.

A Hanna-Barbera produziu cerca de 3.000 desenhos animados de curta duração durante os mais de 60 anos da companhia.

Nascido em 24 março de 1911, em Nova York, Barbera começou a trabalhar como bancário e passou muitas dificuldades financeiras, mas encontrou sua verdadeira vocação no desenho, após publicar algumas tiras na revista Collier''s. Estudou Arte antes de ir trabalhar nos estúdios de desenhos animados Van Beuren, em Nova York.

Sander Schwartz, presidente da Warner Bros Animation, lembrou que "Bill (Hanna) criou um modelo de produção para a TV e Joe (Barbera) o tornou divertido, com seus desenhos originais e personagens memoráveis, que ficarão para sempre".

Hanna e Barbera receberam uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood em 1976.

Barbera deixa a esposa Sheila e os filhos Jayne, Neal e Lynn.


sábado, dezembro 16, 2006

Mais um daqueles vapts vupts em BH. Talvez o mais breve de todos até minha tão esperada folga de natal. Mesmo com a chuva intermitente, mamãe foi comprar os últimos presentes e nos levou a tiracolo. "Agora não precisa de mais nada", disse assinalando sua listinha. Respondi o clássico "hum hum" sem mais delongas. Afinal, a conheço tão bem a ponto de saber que no último momento ela há de tirar um embrulho da cartola para um convidado inesperado. Achei essa crônica a cara dela que agora deixa as luzinhas de natal ligadas a noite inteira na contagem regressiva.

Mamãe Noel - Martha Medeiros

Sabe por que Papai Noel não existe? Porque é homem. Dá para acreditar que um homem vai se preocupar em escolher o presente de cada pessoa da família, ele que nem compra as próprias meias? Que vai carregar nas costas um saco pesadíssimo, ele que reclama até para colocar o lixo no corredor? Que toparia usar vermelho dos pés à cabeça, ele que só abandonou o marrom depois que conheceu o azul-marinho? Que andaria num trenó puxado por renas, sem ar-condicionado, direção hidráulica e air-bag? Que pagaria o mico de descer por uma chaminé para receber em troca o sorriso das criancinhas? Ele não faria isso nem pelo sorriso da Luana Piovani! Mamãe Noel, sim, existe.

Quem é a melhor amiga do Molocoton, quem sabe a diferença entre a Mulan e a Esmeralda, quem conhece o nome de todas as Chiquititas, quem merecia ser sócia-majoritária da Superfestas? Não é o bom velhinho.

Quem coloca guirlandas nas portas, velas perfumadas nos castiçais, arranjos e flores vermelhas pela casa? Quem monta a árvore de Natal, harmonizando bolas, anjos, fitas e luzinhas, e deixando tudo combinando com o sofá e os tapetes? E quem desmonta essa parafernália toda no dia 6 de janeiro?

Papai Noel ainda está de ressaca no Dia de Reis. Quem enche a geladeira de cerveja, coca-cola e champanhe? Quem providencia o peru, o arroz à grega, o sarrabulho, as castanhas, o musse de atum, as lentilhas, os guardanapinhos decorados, os cálices lavadinhos, a toalha bem passada e ainda lembra de deixar algum disco meloso à mão?

Quem lembra de dar uma lembrancinha para o zelador, o porteiro, o carteiro, o entregador de jornal, o cabeleireiro, a diarista? Quem compra o presente do amigo-secreto do escritório do Papai Noel? Deveria ser o próprio, tão magnânimo, mas ele não tem tempo para essas coisas. Anda muito requisitado como garoto-propaganda.

Enquanto Papai Noel distribui beijos e pirulitos, bem acomodado em seu trono no shopping, quem entra em todas as lojas, pesquisa todos os preços, carrega sacolas, confere listas, lembra da sogra, do sogro, dos cunhados, dos irmãos, entra no cheque especial, deixa o carro no sol e chega em casa sofrendo porque comprou os mesmos presentes do ano passado?

Por trás do protagonista desse megaevento chamado Natal existe alguém em quem todos deveriam acreditar mais.

(Dezembro de 1998)

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Depois tem gente que diz que eu sou pessimista...

Depois de ouvir numa reunião que o orçamento da empresa em 2007 será mais enxuto do que foi neste ano (donde se conclui: nada de reajuste no salário), por uma terrível ironia do destino leio a manchete do dia em todos os jornais. Não é que os parlamentares promoveram um aumento de 91% para eles mesmos? Aí me lembro da vergonhosa tarja preta que colocaram no dia da morte do Pinochet, como se alguém, com o mínimo de consciência, pudesse sentir a dor da perda de uma criatura como ele. Ligo para a Telefônica (que fez o favor de colocar o código de barras da conta do mês anterior no atual e com isso me fez pagar dois valores idênticos) e sou informada que o valor pago ainda não foi computado. O melhor: o ressarcimento ocorre em 10 dias úteis. Enquanto isso, a linha segue bloqueada mesmo paga. Afinal, eles precisam deixar meu dinheiro rendendo o suficiente em seus fundos de investimento até a devolução numa agência lotada e infernal como todas do Banco do Brasil. Tento comprar a passagem de ônibus para BH na internet e qual a surpresa? As tarifas foram reajustadas acima da inflação, pois alguém mais esperto que eu pode burlar a lei, a ética e o bom senso simplesmente para lucrar com o caos nos aeroportos. Situação, aliás, que me fará ter um dia a menos em BH, já que não posso me dar ao luxo de chegar a hora que quiser no trabalho porque fiquei mofando em Confins. Fico pensando se ter filhos é algo que um dia eu deva cogitar. De que vale ser do bem num mundo que só quer te explorar e lesar de alguma maneira?

quarta-feira, dezembro 13, 2006

"A grande vantagem de ir pro trabalho em pé num micro-ônibus lotado é que o seu dia tende a melhorar".

Roubado de Uma Dama Não Comenta

terça-feira, dezembro 12, 2006

"A vida até parece uma festa. Em certas horas isso é o que nos resta"

Houve alguma relutância da turma da redação em comparecer à festa de confraternização do Grupo Estado na Via Funchal. O que eu entendo porque um dia já fui meio blasé desse jeito. Eu achava que reunir pessoas tão diferentes em torno de música e decoração um tanto quanto duvidosos era algo desnecessário ao meu folclore pessoal. Puro preconceito.

Mas a festa em questão era a fantasia. Seria demais eu pensar num traje ou tema com a minha vida nesse ritmo frenético de trabalho, freela e falta de tempo para tudo. Usei um figurino mais patricinha para forjar uma caracterização.

Por sorte, o pessoal da minha editoria - incluindo "chefinho", como eu e o Bezzi chamamos o Felipe, nosso editor - foi em peso. Quer saber? Foi uma noite mais do que agradável. Rimos bastante, dançamos MC Leozinho e ainda observamos à paisana micos alheios e alguns bafões.

Como a cerveja fosse de marca razoável e gelada, excedi um pouco. Tomei muita água para compensar. No entanto, acordei com uma leve dor de barriga combinada com a ressaca.

Hoje foi aquela tiração de sarro. Pelo andar da carruagem, aqui não rola o tradicional amigo oculto (que os paulistas chamam de secreto). O que é uma pena, pois é sempre bom ter um pretexto para se divertir.

Apagão

Por conta da ignorância da Eletropaulo a luz de casa, mesmo paga, foi cortada. Impressionante como os serviços no Brasil são um lixo. Eles cobram uma taxa de religa imediata de 29 reais, que eu e o Rodrigo não pagaremos, e outra de 5 reais para 24 horas. Como não tenho tempo e saco para acionar o Procon, passarei por um dia de ceguinha, trombando em tudo. Pelo menos tem a academia relativamente perto para tomar aquele banho quente...Decidi não me estressar por conta da minha labirintite. Um serenus a mais na minha cota diária e, como diria Scarlet O' Hara, amanhã eu penso nisso.

Pipoca

Vi dois filmes muito legais: O Ilusionista, com o fofo do Edward Norton (apesar daquele cavanhaque péssimo) e Um Beijo a Mais, que estréia no ano que vem. Esse filme tem uma trilha sensacional escolhida pelo Zach Braff, protagonista da história. Caiu como uma luva por que trata de pré-trintões como eu que estão naquela de "casa ou compra uma bicicleta".

Hora de ir embora porque amanhã o batidão começa cedo e não tem hora para acabar...

quinta-feira, dezembro 07, 2006

Parece piada, mas não é. Olha o email que o Caio encaminhou para mim desse sujeito! Cada vez mais me convenço de que a humanidade perdeu completamente a noção!

Casamento - Procura-se
Procuro mulher que possua CIDADANIA EUROPEIA, na faixa dos 30 ou dos 40, e que esteja disposta a casar a morar na Inglaterra (viagem prevista para no máximo junho de 2007) Tenho 39 anos, sou Profissional de Informática com 15 anos de experiência na área de sistemas e não possuo cidadania européia mas desejo muito trabalhar em minha área profissional e alçar vôos mais altos profissionalmante. Estou disposto a ajudar financeiramente naquilo que estiver ao meu alcance Essa mensagem não possui qualquer ligação com agências ou serviços de empregos, modelos, encontros, intercâmbios, viagens, etc. Trata-se apenas de uma iniciativa pessoal e individual da minha parte, e portanto espero MUITO BOM SENSO nas respostas enviadas. Sou um cara MUITO PRUDENTE, DISCRETO e sei guardar SIGILO. Não se faz necessário o envio de fotos com demonstração de sensualidade (sou heterosexual porém não é isso que irá me impressionar a princípio ...). Desde já obrigado Email para: info_ctrl_alt_del@yahoo.com.br

quarta-feira, dezembro 06, 2006

Cartinha que me persegue no tarot. Toda vez que eu jogo, lá está ele...

terça-feira, dezembro 05, 2006

Passiflora incarnata + crataegus oxyacantha + salix alba L. na cabeça

Não tive tempo para a revisão básica de final de ano. Há dias sinto fortes dores de cabeça, torcicolo e uma irritação que não passa. Hoje apelei para um kit fitoterápico na esperança de me sentir um pouco melhor. Fiz plantão no último fim de semana (estive no meio daquele milhão de pessoas na 25 de março). Tenho pensado cada vez mais se existe vida decente para quem escolheu jornalismo como profissão. Nem é por ficar muito mais de sete horas por conta do trabalho ou por ganhar mal. Tem tanta coisa errada que não vai mudar...

Vi três filmes em DVD: A Prova, Transamérica e Stoned. Infelizmente, há dias não piso num cinema. Paguei o triplo da locação por não conseguir tempo para devolvê-los. Paguei multa por distração num curso que esqueci de trancar...Tem dias, como hoje, que não tenho forças para ficar esperando duas conduções embaixo de chuva. Abri exceção sem querer. Nada a ver com avareza (se há um pecado capital que eu almejava era esse viu?!?), mas porque sei que ganhar é três vezes mais difícil que gastar.

Enfim, a vida segue com muita ralação e poucas surpresas.