terça-feira, janeiro 31, 2006

quinta-feira, janeiro 26, 2006

Foi uma ótima semana. Produtiva, menos calorenta (a chuva, enfim, chegou) e que terá como desfecho minha primeira ida a Belo Horizonte. Não sinto tanta saudade da cidade, mas sim das pessoas e, de uma em especial. Nunca imaginei ficar 20 dias longe do meu Alê; das suas sobrancelhas grossas, que eu adoro desenhar com as mãos, da pinta abaixo da boca, do cheiro, do gosto e das tiradas irônicas que só ele tem. No quesito "dificuldades iniciais de uma belorizontina em São Paulo", a estranha e contraditória sensação da ausência dele empatou com a alta ansiedade por aquilo que está por vir, profissionalmente falando. Vi bons filmes, andei muito, escrevi também. Terminei a leitura de "O Primeiro Homem", do Camus e comecei "Quase Tudo", da Danuza Leão.





domingo, janeiro 22, 2006

Festa no céu

Foi um fim de semana quase que inteiro por conta do desfile e de toda a agitação que envolveu a nova coleção do Ronaldo Fraga. Trilha impecável, cenografia das mais bacanas, sala cheia e aplausos calorosos. As roupas, bem, as roupas estão maravilhosas e já fiz até minha "listinha de aniversário".

terça-feira, janeiro 17, 2006

Nada como um dia após o outro

Depois de uma semana e um dia longe da minha mãe (o que para mim é muita coisa), ela veio em São Paulo. Ficamos poucas horas juntas, mas foi ótimo. Ganhei o livro da Danuza Leão, o Quase Tudo, que estou louca para ler. Tivemos uma reunião de trabalho. Almoçamos com o Fraga um galeto delicioso e vimos, em primeira mão, algumas criações maravilhosas que irão desfilar na São Paulo Fashion Week. E só para rimar, o dia também teve seu momento freak...Reclames, por favor.

Marianinha está na cidade. Milene também. Pelo visto vou encontrar muita gente conhecida nos próximos dias e na sexta mammys volta. Agora estou me preparando para ir ao famoso e tradicional Sujinho, na companhia da Giovana, do Rodrigo e de mais uma turma. Bom, eles dois não vão encarar a carne, especialidade da casa, pois são vegetarianos, mas olha que beleza.

segunda-feira, janeiro 16, 2006

Falta de respeito ou pau no cu do Grupo Pão de Açúcar

Eu estava preparada para passar umas duas horas na fila do ingresso para o U2, tendo como base a espera de quem comprou tíquetes para o Pearl Jam. E como a entrada está longe de ser barata, nunca imaginaria que iria esgotar em tempo recorde. Cheguei ao Pão de Açúcar da Brigadeiro Luiz Antônio dez da manhã. Entrei na fila errada. Até estranhei porque estava pequena. Eis que um segurança me disse que era para descer a Alameda Lorena. Quatro quarteirões depois e um sol de rachar, lá estava eu. Carros de reportagem passaram o tempo todo. Camelôs faziam a festa vendendo água a dois reais. Muita especulação sobre venda para estudante, falcatruas na fila de idosos, gestantes e portadores de deficiência até que eu fui apurar na boca do guichê. Sim, estava um caos. O sistema de cartão falhando, gente amontoada na porta, polícia, ambulância, etc. Comecei a sentir minha pressão caindo lá pras duas da tarde. Fiz um lanche reforçado e comprei um protetor solar FPS 50 porque eu já estava toda ardida. Espera, ansiedade e muito interurbano para BH. Em alguns momentos, todos ao meu redor levavam na esportiva: compraram cartas para jogar truco, começaram a cantar, contar a história de suas vidas e o amor por Bono Vox, etc. Cinco da tarde e eu era pura psicopatia. Sete horas na fila! Fui me entupir de calorias no Mac Donalds mais próximo porque estávamos num esquema de revezamento para comer, sentar e fazer xixi. Na volta, mais casos do arco da velha na orelha e gente desistindo. A média de movimentação era de quatro horas por quadra e faltavam três para completar. Toda instante aparecia um com boletins da internet, que relatavam confusão no Rio, congestionamento nas vendas on line, enfim, um amadorismo só. Será que o Grupo Pão de Açúcar é tão imbecil, que não podia colocar mais gente nos guichês ou mais postos de venda? É cômodo demais lucrar às custas dos idiotas e fazer com que a gente se sinta muito terceiro mundo fudido e sem direito a respeito algum. Aposto que vai ter cambista vendendo a 500 paus e muita gente vai comprar. Eu, jamais. Sete da noite, com bolhas nos pés, queimada e suada, entreguei os pontos. Vaguei pelas ruas como um zumbi, sem saber direito para onde ia e se valia, na hora do rush, pegar um táxi. Eu e meus amigos ficamos na mão por incompetência dos mercenários, escrotos do Pão de Açúcar. Não compro nem uma caixa de fósforos naquele supermercado de merda.

sábado, janeiro 14, 2006

You want it all, but you can have it?

Engraçado perceber que estou mais perto do Rio, que eu amo de paixão, e, ainda há umas duas horas de praia, próxima à serra... A sensação de poder ir a todos os shows internacionais que eu quiser, de descobrir lugares interessantes e conhecer novas pessoas é ótima. Isso acaba, de certa forma, amenizando a saudade que não acaba nunca. A orelha da minha mãe, da minha irmã, do meu namorado, do meu cunhado e dos meus melhores amigos deve estar roxa. Uma loja de disco, uma lanchonete descolada...tudo me lembra cada um. O pão de queijo que nunca terá o mesmo gosto, meu sotaque que parece mais forte (cada frase tem um "uai", "trem" ou "sô"), enfim, completei uma semana em São Paulo! E ontem fui assistir a Tudo em Família, com um novo amigo, o Gustavo. A parte comédia é sempre a melhor! Hoje tem show do Claudão no Sesc...Vou dar um pulo por lá.

sexta-feira, janeiro 13, 2006

Já tenho celular com linha de São Paulo e fiz alguns amigos por aqui: a Cássia, que tem uma mão do tamanho da minha (piada interna), o casal super bacana Rodrigo Dead Fish e Giovana.Tenho andado bastante pelo centro, o que compensa a ausência de atividade física. Vi dois filmes legais.





Segunda vou enfrentar uma fila monstruosa para comprar ingressos do show do U2 pra um monte de gente, praticamente uma cambista. Não, ainda não comi pizza nem sushi.

terça-feira, janeiro 10, 2006

Já fui em alguns lugares legais aqui em São Paulo nos últimos dias: adorei a Lanchonete da Cidade e a Galeria dos Pães. Tô circulando numa boa de ônibus e metrô e já até vi um filme no HSBC Belas Artes, O Soldado Anônimo.



No mais, tudo nos conformes, principalmente, graças a ajuda preciosa dos meus amigos queridos.

sábado, janeiro 07, 2006



Uma beleza terminar a arrumação de malas quase na hora de viajar. Estou levando três e meia por hora e para as quatro estações de São Paulo num único dia. E olha que elas não representam nem 30% das minhas coisas. Ficam em Belo Horizonte meus livros, CDs, DVDs, além de bolsas, bijoux, roupas e sapatos para o frio, uma tonelada de papéis, enfeites e uma tralha danada. Serão várias mudanças. Literalmente.

sexta-feira, janeiro 06, 2006

Amanhã estou de partida para São Paulo. Um lado meu está cheio de esperanças quanto ao que vem pela frente e o outro está devastado pela saudade, que já começo a sentir das pessoas mais importantes da minha vida. É o maldito ascendente em câncer, que me faz ser tão apegada à minha família e meus amigos-família. Por sorte, estou contado com a ajuda de pessoas muito especiais por lá. Vou colocar as fotinhos da turma de casa aqui. Simplesmente para acessar o blog em dias tristes e olhar para aqueles que sempre amarei.





quinta-feira, janeiro 05, 2006


Hoje é aniversário da minha mãe linda e maravilhosa!!! Ilove you Morceguinha!!!

terça-feira, janeiro 03, 2006

Uma das coisas mais divertidas da minha existência é olhar para a carinha do Alê no cinema diante de uma comédia romântica (gênero que ele detesta). O melhor é o comentário final. Ontem vimos um filme bobinho, mas como eu gosto do Mark Ruffalo...

segunda-feira, janeiro 02, 2006

Virada tranqüila. Em casa. Fim de semana como outro qualquer, só que com champanhe. Vi três bons DVDs...







... e não, eu não farei retrospectivas por aqui. 2005 já foi tarde e quem lê este blog sabe o que ele significou para mim. Não olho para trás. Pelo menos não hoje. Hoje eu quero imaginar como será daqui por diante.