domingo, setembro 12, 2004

E ontem começou Pop Rock. Como todo ano, quase não vejo shows. Minha função é ficar na cola das bandas para as coletivas. Isso implica em dar pequenos empurrõezinhos nas groupies que estiverem atravessando meu caminho (parte divertida). O saldo de sábado foi:

- D2 - O cara mais gente fina dentre os artistas nacionais. Não ensebou para ir ao muquifo da imprensa, atendeu a todos numa ótima, ficou até o fim batendo papo, tirando fotos. É tão bacana que até homenageou a mala-mor da música mineira (piada interna).

- CPM 22 - O produtor deles foi ultra solícito. Os tampinhas demoraram um pouco para ir ao moderno centro de conveções onde se realizaria a coletiva, mas foram tranqüilos. Vamos ver daqui uns 3 anos como se comportam.

- Tianastácia - Super felizes com a gravação do DVD atenderam todo mundo. Fizeram coletiva e exclusivas sem ficar na proposta arroz-de-festa.

- O Rappa - Antes mesmo de pisarem no Estádio a recomendação foi "não deixar a imprensa em hipótese alguma fotografar ou filmar o Falcão com a Débora Secco". Ok, mas aqui não tem Revista Caras. "No entanto se alguém tentar, vou chamar a segurança". Que meda! Bom, a fofa chegou e foi mais simpática do que o Falcão, que nos últimos tempos tem dado uma de metido a besta não sei porquê. Afinal, a banda não é a mesma sem o Yuka. Esse disco é chato pra caramba e nem com o Yuka, O Rappa fazia um show à altura de seus primeiros discos. No final, o mesmo produtor disse que o cara não iria dar entrevista mais. Não fez a menor falta.

- Cidade Negra - Outro caso de produtor tudo de bom por trás da banda. Tenente é o homem. Apesar da demora de Orfeu, ups, Garrido para ir até nossa favelinha, tudo azul no final. Tony é muito educado meio fresquinho. Prova disso é o camarim da banda que parecia Casa Cor, todo decorado.

- Los Hermanos - A produtora é ótima, mas eles não queriam falar desde o primeiro contato telefônico. Consideraram a hipótese de dar entrevista depois do show, porém não rolou. Mesmo sendo o único show que eu consegui ver, mesmo tendo os três CDs, mesmo achando as letras tudo de bom e mesmo rolando um momento tiete (tirar foto com Camelo e Amarante), achei que o espírito blasé baixou por lá. Nota zero por débil mental que atirou uma lata de cerveja no palco. Deve ser fã do imbecil-mor, que toca hoje.

D2 sangue-bom!!!


Ah, e antes que eu me esqueça: Como muita gente ficou no meu pé para assistir a Olga e acabar com minha implicância contra Jayme "O homem novela" Monjardim, resolvi perder duas horas preciosas de vida na quinta. É tão forçado que incomoda. Concordo com tudo que o Pablo Villaça disse aqui.

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