segunda-feira, setembro 13, 2004

A camisetinha surrada do Ramones e o coturno militar foram meu uniforme para enfrentar o exército de bicos na área dos camarins ontem. Com apenas quatro entrevistas ficou mais fácil.

Pitty: Assim que chegou, se disponibilizou a falar com quem estava lá. Pessoalmente eu tinha uma implicância com ela por causa das mensagens edificantes de algumas músicas. Mas ao perceber que a fofa é ultra na dela, mudei de idéia. O produtor é super bacana também. Só que antes mesmo da Pitty abrir fiquei horrorizada com a quantidade de meninas novinhas sendo levadas para o Pronto Atendimento. Desde os 12 anos de idade eu vou com minhas amigas em shows no Mineirinho, Minas, Ginástico (hoje Supermercado), Campo do Lazer (hoje Diamond Mall. Putz, tô ficando velha!), Independência, Estacionamento de Shopping e nunca presenciei tanta bebedeira e violência. As pessoas estão perdedendo respeito umas com as outras desde muito cedo. Os meninos, infelizmente, foram aos montes para o Posto Policial mal a vinheta de abertura tocou. Contudo voltando ao show, o pouco que vi me surpreendeu. A banda é muito boa e a Pitty tem ótima presença de palco.

Detonautas: Jorge, o produtor, é ótimo e tem um cara de cabelo grande que virou meu amigo (eu só quem é o Tico e o Clééston). Coletiva tranqüila depois do show. Eu e Mari, mais gazela enlouquecida do que nunca, tiramos foto com o Tico para atormentar a Uiara.

Charlie Brown Jr.: Por acaso vi o escroto do Chorão chegando no Estádio. Durante o show rolou o momento "pão com pernil" na garagem de uma doninha, na rua Pitanguy. Saíram do palco e foram embora direto. Ainda bem.

Capital Inicial: Não fez coletiva, só que Dinho, mais uma vez, colocou a mulherada na proposta histeria. Quem acompanhou Mariana? Eu, claro. Tudo bem que eu não gostei do disco e achei o Boneco Inflável Tabajara do palco ridículo. Nessas horas a gente tem que pensar como um homem que compra Playboy com a Morena do Tchan e nem por isso é vai ouvir "Cumpadi Uoxinton". Tiramos foto com Dinho, ficamos em frente ao palco e no snakepit. Passei mal na hora que Mari teve a idéia de gritar "Osvaldo" e esconder. Sabe aquela coisa que criança faz de molhar papel higiênico, jogar no teto do banheiro e depois sair correndo? Foi mais ou menos assim. Não satisfeitas fomos parar no palco e, por pouco, não aparecemos no flash ao vivo da rádio...Ah, sim ele falou "du caralho" umas cem vezes.



Jota Quest: Deram entrevista antes. Fernandinha intermediou porque ela é mais chegada da galera. Não vi nada do show porque o cansaço bateu.

Nenhum de Nós: O sucesso entre as coletivas do dia. Até a repórter do Estadão entrevistou. Claro que Wonderfultchê intermediou a relação e estava totally empolgada. Hoje Thedy fica na cidade e eles já têm mil programas pelo jeito. Não dei conta de ver o show e peguei carona com Mari.

No rol dos cidadãos comuns o mais legal foi ver a felicidade de Julinho, motorista lá da TV, tirando fotos com a galera na maior alegria da terra, como se não houvesse segunda, conta para pagar e encheção de saco no trabalho. Outro gracinha foi Marcelinho, que mocou castanhas no bolso e alguns bombons para nos presentear na sala de imprensa, que esse ano não viu a cor de um buffet bacana como o da Olginha. Sinal dos tempos. Todo mundo quer economizar.

Pelo menos verei Lecuona hoje!!!

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