domingo, abril 22, 2012

Post Mal Humorado

Dor de cabeça insuportável. Redundância, pode ser? Talvez não. Tenho resistência a uma série das dores físicas. Cabeça e estômago, definitivamente, me tiram do eixo. Resolvi escrever porque pensei nisso como um experimento. Já redigi sob efeito de alegria, lágrima, álcool e por que não dor física? Tudo influencia...então esse é um post mal humorado porque é assim que eu fico quando a (s) neosaldina (s) não funciona (m).

Cogitei ir ao hospital. No entanto, fico pesando no que é pior: aquele monte de gente amontoada esperando a vez por horas a fio, num lugar abafado e cheio de bactérias no ar para depois ser atendida por um clínico pedante que vai te injetar algo (odeio injeção) ou prescrever um medicamento qualquer sem perguntar o histórico de alergias...

Prefiro ficar sob o efeito da máscara de ferro.

Olho para o dia bonito, sei que estou de folga e nada disso ameniza o meu azedar. O blogger mudou a interface, o que num dia como esse, quase fez com que eu deletasse esse endereço, who cares? Fúria que dura segundos. Não posso gesticular muito porque vem logo aquela pontada...

Fiz um chá, escuto uma música suave só que não consigo não fritar. Com meu saldo negativo no banco, com o vazio de tantas coisas na minha vida, com os acontecimentos emperrados, emperradíssimos há meses. E diferentemente do que aconteceu no passado, não sinto a terrível pena de mim mesma. Estou com raiva mesmo. Da sorte (falta de), do destino, dessa maldita dor de cabeça, da solidão, da minha falta de talento para ganhar dinheiro. E, óbvio, do blogger.

Esse é um post que nem deveria ser publicado. Não gosto dele, não tenho o interesse em revisá-lo, relê-lo.

Meus olhos ardem muito.

Não há nesse post inspiração, protesto ou relevância. Há uma velha resmungona que habita em mim, com dor de cabeça insuportável tentando passar o tempo, fazer disso uma experiência. Sem sentido.

Espero que não seja lido, não renda comentário e nem vá para as estatíscas, que nem sei aonde foram parar com a novidade.

Chega de ó vida, ó céus, ó azar. Nem eu me suporto e ainda bem que estou sozinha. Não existe nada pior do que azedar o dia do outro. Vou me trancar no quarto. Saio quando melhorar.

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