terça-feira, julho 05, 2005

A vida podia ser um final de semana

Foi a frase que eu disse para o Bruno na segunda. Porque no sábado não tem extrato bancário, pepino ou correria, a não ser que seja num injusto plantão. Pois meu sábado teve cinema, risada, amigos e namorado.



Domingo também divertido, como poucos. Fui brincar com o Alê na Praça. Ele comprou um carrinho com controle remoto, cujo objetivo é ser uma base para vídeo experimental. Sei. Depois, ele fez uma picanha ótima em casa e o André, que veio de SP para fazer um clipe com César Maurício aqui em BH, foi nosso convidado. Encontramos a turma no show do Pato Fu e esticamos no Redentor, onde Henry nos matou de rir com a máxima: "eu não bebo, mas quando bebo outra pessoa toma conta de mim. E essa, bebe, viu?!?". Ele apelidou seu alterego de Bernardo. Estamos combinando nossa festa "Pela Banalização do Champanhe" para sexta. É bom mesmo porque se a segunda foi terrivelmente típica, friday I´m love... Toda adaptação é complicada. Eu não esperava que fosse diferente. Agora mesmo, tô escutando CDs para criticar e até relaxar.

Em tempo e antes que eu me esqueça: com a Carta 12 atravessando meu destino, nem comentei nada sobre o esquema do mensalão aqui. Acho o que toda pessoa sensata acha: o Lula deve usar seu poder para pressionar o judiciário a julgar e condenar os envolvidos. Lamento muito que o Genoíno esteja no esquema. Semprei achei que ele fosse um cara correto e batalhador por causas maiores. Já assisti a várias entrevistas ótimas com ele no Programa Livre. Definitivamente, é tempo de perder as utopias...

Por isso, tô ouvindo alto mesmo!!!









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