sexta-feira, abril 20, 2007

500 posts and so much to say

Acabou-se o que era doce. Depois das férias, de volta ao Limão. A rotina chega com direito a um plantãozinho básico de final de semana. E que plantão, uma vez que serei obrigada (graças ao meu amigo Bezzi) a suportar um show do Evanescence. Praticamente uma piada pronta. Só não é maior que a palhaçada da TAM (aos quarenta e cinco do segundo tempo de hoje). Tudo bem que o delay foi um pouco providencial, sobretudo para quem retoma o trabalho numa sexta-feira...

De resto - e do meu último escrito aqui - fiquei mais velha numa festa quase ótima (não foi perfeita pelo estresse que o lugar causou em mim e nos meus convidados), viajei para Ouro Preto na Semana Santa na companhia dos amigos paulistas Alex, Cinthia, Mari e Marcelo. Levamos a turma para um passeio básico por BH.





Depois, o Alê e eu nos dedicamos ao turismo a dois (que nunca é demais). Uns dias na Estalagem do Mirante, com vista para Serra da Moeda. Vinho, frio, cobertor e muitos DVDs.



Após os dias na montanha, fizemos uma breve parada em São Paulo. A ocasião foi especialíssima: o casamento do Luiz e da Telma. Uma linda cerimônia num templo budista e uma festa de arromba no Hotel Cambridge. Fiquei inutilizada no dia seguinte, mas valeu a pena. Mais uma vez, não peguei o buquê da noiva. A imagem roubada de um flog que o James me passou revela a empolgação dos convidados. Com destaque para as performances sempre hilárias de Daniels.



Pé na estrada mais uma vez. Sorteamos entre as opções, a mais próxima: Monte Verde ou Grinberg ou ainda "a Suíça mineira". A cidadezinha serrana é muito fofa, lembra Gramado, porém é o paraíso dos casais em lua-de-mel. Aqueles meio baranguinhos que curtem hits acústicos e pop internacional no estilo Roxette. Isso existe? Sim, em Monte Verde há toda uma trilha sonora "Good Times" aonde quer que você vá. Na minha opinião, essa segmentação "benhê" não é nada agradável. E como eu e o Alê costumamos ser sarcásticos não apenas nas horas vagas, preferíamos locais mais isolados para não destilar nossos risinhos e comentários sobre os pobres pombinhos.

Nesse post 500 eu queria contar uma novidade, no entanto, vou esperar um pouco ainda e contrariar meu condicionamento um tanto quanto boca grande. Talvez sejam as três décadas me ensinado a esperar as coisas acontecerem primeiro...

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