sexta-feira, março 07, 2014

O sentido da pausa

Ainda não era o tempo de assimilar o aprendizado que viria da estagnação.
Não estava, portanto, no depois.
Era o maior durante de todos.
Parecia aquele pesadelo clássico de tentar nadar até a superfície.
Inutilmente, sem força alguma.
Os dias iguais se arrastam.
O mês que se foi é idêntico ao que está.
Dentro em breve, mais um ano será cantando no "parabéns a você".
Encherá os pulmões apenas de ar.
O desejo mentalizado tem distâncias incalculáveis.
Serão mais dias, horas, minutos, segundos, milésimos de segundos.
Um mergulho no tudo igual.
Por hora, apenas.


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